Reportagem tirada do site do RJTV
terça-feira, 14 de abril de 2009
Falta assistência para diminuir o problema social do crack no Rio
Reportagem tirada do site do RJTV
23° banco americano tem falência decretada
No mesmo dia, os órgãos reguladores do país tambéms fecharam o Cape Fear Bank, na Carolina do Norte. Desde agosto do ano passado, 43 bancos já fecharam as portas nos Estados Unidos.
Os reguladores esperam que mais dezenas de bancos americanos venham a falir nos próximos meses.
Destak
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Propostas para uma reforma do sistema financeiro internacional
A Coalizão Global para o Crédito Responsável, uma articulação de entidades que defende o acesso a serviços financeiros mais justos, conclamou os líderes do G20, na recente reunião de cúpula realizada em Londres, a criar um sistema financeiro "que valha a pena salvar”. A Debt on our Doorstep (1), com o apoio no Reino Unido dos sindicatos UNITE e PCS, da New Economics Foundation, Church Action on Poverty, a National Housing Federation, o ex-ministro e presidente do Partido Trabalhista, Ian McCartney, da Coligação Européia por Crédito Responsável (2), da U.S National Community Reinvestment Coalition (3), e parceiros em vinte outros países, divulgaram um comunicado defendendo que o G20 se comprometa com reformas profundas no sistema financeiro. Essas organizações apresentaram as seguintes propostas:
1. Concordar em colocar os provedores de serviços financeiros sob um “dever de exercer a responsabilidade no domínio dos serviços financeiros”. Os prestadores de serviços financeiros devem ser obrigados a assinar uma carta de princípios claros de responsabilidade e de transparência e ter mecanismos para garantir que esses princípios orientem o seu comportamento na prática. As políticas de remuneração precisam ser reavaliadas à luz dessa ambição. A responsabilidade deve incluir uma exigência aos provedores de serviços financeiros de considerar adequadamente as necessidades de todos os agregados familiares, incluindo aqueles com baixos rendimentos, na concepção de produtos financeiros.
2. Garantir que o investimento no sistema bancário do contribuinte seja transformado em uma verdadeira ajuda para as pessoas em dificuldades financeiras, ao acordar ações para forçar os mutuários a oferecer reprogramações do débito de famílias em dívida de longo prazo a taxas razoáveis.
3. Comprometer que serão tomadas novas medidas para parar as reapropriações de casas e garantir que os mutuários hipotecários ofereçam preços acessíveis para pessoas em situação líquida negativa, e / ou empréstimos hipotecários em atraso, e trabalhar para a habitação estabilizar os custos a longo prazo através do aumento da oferta de habitação acessível
Ao apresentar essas propostas, o presidente do Debt on our Doorstep, Damon Gibbons, comentou:"Os prestadores de serviços financeiros se envolveram em empréstimos irresponsáveis, tornando as hipotecas de casas cada vez mais vulneráveis aos choques econômicos e sobrecarregaram as pessoas com níveis insustentáveis de endividamento. Pedimos ao G20 um sinal decisivo para romper com a ganância e a irresponsabilidade que causaram a atual crise e tomar medidas para assegurar que o investimento no sistema bancário do contribuinte seja agora usado para criar um sistema que beneficie as pessoas".
Apoiando o trabalho da Coalizão Global, Andy Case, Secretário Nacional da UNITE, o maior sindicato do Reino Unido, com 2 milhões de membros, incluindo 178 mil que trabalham no setor financeiro, disse:
"A situação atual constitui uma oportunidade para se reconstruir um sistema financeiro que suporte uma perspectiva de longo prazo e seja coerente com objetivos democráticos, com a estabilidade financeira e a justiça social."
carta maior
FHC fugiu para Washington para não ter que explicar sua filha fantasma do Senado
Agora ele reapareceu em Washington, onde ninguém conhece o senador Heráclito Fortes, e não sabe que sua filha Luciana Cardoso, está pendurada naquele gabinete, sem aparecer para bater o ponto.
O ex-presidente que produziu o apagão junto com José Serra, teve a cara-de-pau de criticar o PAC, apostando no quanto pior o Brasil, melhor para José Serra se eleger em 2010.
Invejoso, minimizou e ironizou os elogios de Obama à Lula.
FHC participou do evento "Drogas e Democracia: Rumo a Um Novo Paradigma", tema bem apropriado para quem tem autoridade e conhecimento no assunto, de como uma democracia pode ser uma droga num governo como o dele.
Adivinhem quem se interessou em entrevistar FHC? A CNN? A Fox? Não. Só a imprensa serrista brasileira, segundo testemunhou correspondente da BBC.
amigos do presidente
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Participantes chegam para reunião do G-20 em Londres
Da esquerda para a direita: Lee Myung-Bak (Coréia do Sul), Nicolas Sarkozy (França), Abdullah bin Abdul Aziz al-Saud (Arábia Saudita), Hu Jintao (China), Gordon Brown (Reino Unido), rainha Elizabeth 2ª (Reino Unido), Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Susilo Bambang Yudhoyono (Indonésia), Felipe Calderón (México), Cristina Kirchner (Argentina) e Dmitry Medvedev (Rússia). Na segunda fileira, da esquerda para a direita: Kevin Rudd (Austrália), Stephen Harper (Canadá), Angela Merkel (Alemanha), Jose Luis Rodriguez Zapatero (Espanha), Jan Peter Balkenende (Holanda), Kgalema Motlanthe (África do Sul), Barack Obama (EUA), Recep Tayyip Erdogan (Turquia), Manmohan Singh (Índia), Jose Manuel Barroso (UE) e Meles Zenawi (Etiópia). Na terceira fileira, da esquerda para a direita: Dominique Strauss-Kahn (FMI), Ban Ki-moon (ONU), Pascal Lamy (OMC), Abhisit Vejjajiva (Tailândia), Taro Aso (Japão), Silvio Berlusconi (Itália), Mirek Topolanek (República Tcheca), Mario Draghi (BC da Itália) e Robert Zoellick (Banco Mundial) posam no palácio de Buckingham, em LondresEsperamos que da cabeça desses governantes e autoridades de órgãos internacionais saiam boas alternativas para a atual crise que atravessamos.
terça-feira, 31 de março de 2009
Bovespa se recupera em março e registra alta de 9% no 1º trimestre
Resultado de março foi o melhor desde abril do ano passado.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ensaia um pregão de recuperação nesta terça-feira (31). O índice Ibovespa - referência para o mercado brasileiro - teve alta de 0,67%, fechando aos 40.925 pontos. Com isso, o mercado brasileiro passou a acumular altas significativas tanto no mês quanto no ano de 2009.
Com o fechamento, o mercado brasileiro terminou o mês de março com alta de 7,18% em relação ao fechamento de fevereiro (38.183 pontos). No 1º trimestre, o ganho foi de 8,99% em relação ao patamar registrado no último pregão de 2008 (37.550 pontos).
O resultado do mês de março é o melhor em quase um ano: alta mensal maior só foi registrada em abril de 2008.
Entre as principais altas do dia, destacaram-se as ações da Telemar (Oi) e da Brasil Telecom - todos os papéis ligados à operadora de alcance nacional tiveram alta de mais de 4%. A Embraer, que registrou queda de lucro no ano passado, também teve recuperação, subindo mais de 5% nesta terça-feira.
O giro financeiro do dia ficou em R$ 4,177 bilhões.
Pregões pelo mundo
Recuperação também em Wall Street, onde os agentes olham para a Confiança do consumidor, que registrou melhora em março, e o índice de atividade em Chicago. Presidentes regionais do Federal Reserve (Fed) também têm discursos agendados. O índice Dow Jones, referência para Nova York, teve alta de 1,16%.
Na Europa, os principais índices de ações europeus fecharam em alta, com os papéis de mineradoras avançando diante dos preços mais fortes de metais. Além disso, grandes bancos recuperaram o terreno perdido na véspera.
O índice FTSEurofirst 300, referência dos mercados acionários europeus, avançou 3,47%, para 733 pontos. O indicador subiu 1,9% em março, mas caiu 11,9% no primeiro trimestre do ano, atingido pela crise financeira.
Na Ásia, as bolsas de valores terminaram em alta nesta terça, motivadas pelas ações do setor de tecnologia, com alguns investidores apostando que o período mais doloroso de danos aos balanços das empresas já deve ter acabado.
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
UNE responde aos ataques 'irresponsáveis' da mídia
A União Nacional dos Estudantes não se calou diante das acusações do Correio Braziliense. Segundo o jornal — que foi ecoado por outros veículos —, o governo Lula destinou “10 milhões para amansar a UNE”. Para a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, “a matéria é irresponsável. Insinua que há irregularidades ou favorecimento (...) sem apontar fatos concretos”.Segundo Lúcia, “a UNE, assim como qualquer organização civil, tem toda a legitimidade de pleitear verbas públicas e o faz com toda a responsabilidade e dentro dos parâmetros legais”. Confira abaixo a nota divulgada pela UNE.
Ontem e hoje, em defesa da educação
e contra a criminalização dos movimentos sociais
Nesta semana os movimentos sociais estão sofrendo um verdadeiro ataque midiático, com pouca fundamentação, muita especulação e, especialmente, uma forte carga de intenção em desacreditar os lutadores e lutadoras do povo brasileiro. As centrais sindicais são questionadas ao dar opinião sobre a crise financeira mundial, quando representam a opinião de milhões de trabalhadores, que sofrem impacto direto desta mesma crise. O MST vem sendo achincalhado por veículos impressos e eletrônicos, acusados de crimes das mais diversas tipificações, sem o cuidado, por parte da mídia, de garantir ao menos fatos que sustentem a versão exposta pelos jornais, exigência mínima do jornalismo em tempos de democracia. E a UNE, entidade historicamente reconhecida pelo seu papel na construção da democracia do país, também é alvo desta campanha anti-movimentos sociais.
No dia de ontem (2 de março) foi publicada no Correio Braziliense matéria intitulada “10 milhões para amansar a UNE” e hoje o mesmo tema repercutiu em alguns veículos de comunicação. Em primeiro lugar, a matéria apenas constata a realização de convênios e o recebimento de patrocínios pela entidade nesta gestão e em gestões anteriores o que não fere qualquer lei e se caracteriza como ação comum a qualquer organização da sociedade civil. Movimentos Sociais e outras organizações possuem plena legitimidade para realizar convênios e solicitar patrocínios tanto no âmbito público (governo) quanto no privado (empresas). Em segundo lugar, o título da referida matéria não é justificado em nenhum fato concreto. A matéria não esclarece nenhum caso em que a UNE tenha se calado e nem poderia, visto que tal comportamento não ocorreu em nenhum momento. A UNE, entidade que tem por marca a mobilização e a luta pela democracia e pela educação, preserva sua autonomia e independência frente a este ou a qualquer outro governo. A matéria se confunde, portanto, com um artigo de opinião, sustentada apenas no juízo de valor do autor.
Todo o recurso público recebido pela UNE tem sido utilizado para a realização de atividades de interesse dos estudantes e de toda a sociedade. Atividades como a Caravana UNE Saúde, que percorreu os 27 estados brasileiros, debatendo com mais de 1 milhão de estudantes assuntos como drogas, sexualidade, SUS e saúde pública. A Caravana realizou testes rápidos de HIV, vacinou milhares de jovens contra a Rubéola, promoveu doação de sangue e medula em mais de 40 universidades. Outra atividade recém realizada foi a 6ª Bienal de Arte e Cultura da UNE, que reuniu cerca de 15 mil estudantes e artistas Universitários no maior festival de arte e juventude da América Latina. Mais de 2 mil trabalhos artísticos foram inscritos por jovens que não teriam outros palcos para fazer circular sua produção artística.
A UNE preza pela transparência, prestando contas em todos os fóruns da entidade e junto à sociedade e cumprindo legalmente todas as cláusulas de cada convênio que celebra com o poder público e de cada patrocínio que recebe.
A matéria é irresponsável. Insinua que há irregularidades ou favorecimento à UNE sem apontar fatos concretos. A UNE, assim como qualquer organização civil, tem toda a legitimidade de pleitear verbas públicas e o faz com toda a responsabilidade e dentro dos parâmetros legais.
Lúcia Stumpf, presidente da UNE
vermelho.org



