
Na segunda-feira (10), Paes havia anunciado o nome do ex-ministro do Trabalho Paulo Jobim para ocupar a Secretaria de Administração.
Nomes do novo governo
Até agora, Paes já anunciou os nomes dos seguintes secretários: de Pedro Paulo (Casa Civil), Jandira Feghali (Cultura), Claudia Costin (Educação), Jorge Bittar (Habitação), Desenvolvimento Econômico (Marcelo Costa), Rodrigo Bethlem (Ordem Pública), Cláudia Costin (Educação), Alexandre Sansão Fontes (Transportes), Fernando William (Assistência Social), Ruy Cezar (Copa do Mundo e Jogos de 2016), Hans Dohmann (Saúde), Sérgio Dias (Urbanismo) e o vice-prefeito eleito Carlos Alberto Muniz (Meio Ambiente).
O prefeito eleito já escolheu também o procurador-geral do município (Fernando Dionísio) e o comandante da Guarda Municipal, que vai ser o tenente-coronel Ricardo Pacheco.

Lula chamou o ex-integrante do partido comunista da Itália de “caro companheiro” e enfatizou que os governos devem “ouvir menos analistas de mercado” e prestar mais atenção nos problemas sociais.
“Meu caro companheiro Giorgio Napolitano, na Assembléia Geral das Nações Unidas eu disse que para resolver a crise era chegado o momento da política. Eu penso que nesse momento os governantes precisam entender que nós precisamos ouvir menos analistas de mercado e mais analistas dos problemas sociais, analistas de desenvolvimento e analistas que conheçam as pessoas humanas”, disse Lula.
Formulado em novembro de 1989 por economistas de instituições financeiras baseadas em Washington, o referido Consenso era constituído por regras que serviram de base para a política oficial do Fundo Monetário Internacional na década de 1990, e eram impostas aos países pobres em dificuldades como condições para receberem recursos.
Entre essas regras algumas foram adotadas na década de 1990 no Brasil, como a abertura da economia por meio da liberalização financeira e comercial e da eliminação de barreiras aos investimentos estrangeiros, privatizações, redução de subsídios e gastos sociais por parte dos governos e desregulamentação do mercado de trabalho.
Conselho de Segurança
A visita de Lula à Itália também tem como objetivo a busca por apoio para que o Brasil passe a integrar o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Lula apontou o cenário de crise mundial como motivo para que os países ricos “não tomem mais sozinhos as decisões” sobre a economia
“Precisamos reformar as instâncias decisórias internacionais e atribuir mais voz, vez e voto aos países em desenvolvimento, sob pena de não dispormos de mecanismos adequados para combater a crise”, disse.
Esse é o tema que Lula pretende abordar no encontro com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, previsto para esta terça-feira. A visita é estratégica porque no início de 2009 a Itália assumirá a presidência do G8. Ao ser recebido por Napolitano no Palácio Quirinale, residência oficial de presidente, Lula adiantou o pedido.
“Quando encontrei com o primeiro-ministro Berlusconi, em julho, no Japão, conversamos sobre uma maior participação do Brasil e dos países em desenvolvimento nos debates da cúpula da Ilha Madalena. Amanhã, vamos retomar esse tema. Não faz sentido que os grandes temas que afetam a humanidade sejam debatidos apenas pelos países ricos”, disse Lula.
Fonte: Agência Brasil

O presidente brasileiro afirmou que a eleição de Obama só foi possível porque a sociedade se manifestou num regime democrático. "É um feito extraordinário, a eleição de um primeiro negro na história dos EUA. Sobretudo uma pessoa que tem demonstrado a competência política do futuro presidente Obama."
Lula não escondeu que guarda uma série de expectativas positivas em torno da gestão de Obama. "Espero que ele tenha uma relação mais forte com a América Latina, América do Sul e África, e tenha a possibilidade [de selar] um acordo de paz no Oriente Médio, onde faz décadas e décadas que se tenta um acordo e não se consegue", disse.
O presidente brasileiro afirmou também estar confiante que será construída uma "parceria construtiva" com os Estados Unidos nos próximos anos. "Espero que tenha uma política mais voltada para o desenvolvimento produtivo para a América Latina. É preciso que os Estados Unidos continuem uma política mais ativa em relação à América Latina, uma vez que durante toda a década de 60 e 70 você tinha a Guerra Fria, quando os Estados Unidos mantinham uma visão de luta contra guerrilhas na região. Agora mudou, a democracia consolidou-se com a América Latina."
Lula espera que Obama execute uma política com vistas ao "desenvolvimento e investimento nos países mais pobres, ao fim dos subsídios e ao fim do bloqueio a Cuba". Segundo ele, não há razões para manter a política econômica restritiva a Cuba. "Não há nenhuma explicação para isso."

A Companhia de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro (CEDAE) pretende começar a produção de biodiesel a partir de esgoto, em 2009. A fase piloto do projeto deve ter cerca de US$ 3 milhões para a produção de até 20 mil litros do combustível por mês. O presidente da Cedae, Wagner Victer, informou que, no futuro, para produção em escala comercial será necessário atrair parcerias.
Victer disse ainda que este tipo de biodiesel não compete com a produção de alimentos. Uma das principais críticas ao projeto de biodiesel tem sido a produção a partir de oleagionosas. Ele explicou também que uma vantagem competitiva do biodiesel produzido a partir do esgoto é a proximidade com o mercado consumidor
A usina-piloto será instalada na unidade de tratamento de esgoto Fazenda Alegria, no Caju, Zona Portuária do Rio, e a tecnologia empregada será importada da Alemanha.
A Cedae analisa também a possibilidade de produção de adubo orgânico a partir dos resíduos de tratamento de esgotos no Rio, atualmente despejados em aterros sanitários. A empresa deve enviar especialistas à França, país que detém esse tipo de tecnologia, para analisar as possibilidades de empregar a técnica.
O potencial brasileiro para produção de biodiesel a partir do esgoto chegaria a 1,5 milhão de litros por ano, se 100% do esgoto do país fosse tratado, segundo Victer. No Brasil, a maior parte da produção de biodiesel usa como matéria prima óleo de soja, com algumas outras oleaginosas, como a mamona.
www.sidneyrezende.com


“É motivo de muita alegria saber que conseguimos fazer com que o PAC se transformasse em uma coisa importante para o desenvolvimento brasileiro e, mais importante ainda, saber que o governo mantém o controle das ações. A política de acompanhamento coordenada pela ministra Dilma Rousseff [da Casa Civil], junto com os governos estaduais, com as prefeituras e com os ministros de cada área tem demonstrado que essa é a forma mais correta de fazer com que as políticas públicas do governo brasileiro possam ser executadas”, disse o presidente.
De acordo com Lula, 2009 deve ser um ano “infinitamente melhor” diante do número de obras do PAC a serem inauguradas. Ele reforçou que, em 2010, grande parte das obras anunciadas pelo governo estarão concluídas.
“Obviamente que muita gente entendia que, por conta da crise financeira internacional, o PAC iria ter uma diminuição nos investimentos, no comprometimento das verbas do governo federal. Isso não vai acontecer. Acreditamos que uma das formas de enfrentar a crise financeira é fortalecer as obras de infra-estrutura e fortalecer o mercado interno”.
Agência Brasil
Nas últimas semanas, a mídia hegemônica alardeia a proposta do ''corte dos gastos públicos''. Os empresários são beneficiados com novas linhas de crédito e redução do compulsório que os bancos são obrigados a depositar no Banco Central, medidas que já injetaram bilhões nas empresas. Mas a burguesia exige mais: quer arrochar os servidores públicos, abortar a valorização do salário do mínimo, penalizar a Previdência e reduzir os ''gastos sociais'' do governo. Segundo Jorge Gerdau, o barão da siderurgia, este gastos ''são inúteis'', que deviam ser cortados para ''garantir mais crédito aos investimentos e às empresas''.
A proposta do ''corte dos gastos'' evidencia a ganância destrutiva dos capitalistas. Os adoradores do ''deus-mercado'
A cegueira dos empresários, difundida pela mídia burguesa, é tamanha que eles não ouvem sequer os conselhos de renomados economistas e nem observam os movimentos inversos realizados até por outras nações capitalistas. Até nos EUA, pátria da desregulamentaçã